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46% das empresas não supervisionam o plano de saúde dos funcionários

 

Pesquisa ainda não foi lançada no Brasil, mas mostra dados alarmantes.

 

 

 

A Global Wellness Report, uma pesquisa feita em escala mundial que apresenta dados da qualidade de vida dos trabalhadores, indicou que 46% das empresas não supervisionam de maneira adequada os planos de saúde dos funcionários.


A pesquisa ainda não foi lançada no Brasil, mas mostra dados alarmantes em relação ao país. Cerca de 44% das empresas da América Latina não oferecem condições de saúde aos empregados, um número considerado alto se comparado com o da América do Norte, onde o percentual chega a apenas 21%.


De acordo com Alberto Ogata, presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, a maioria das empresas compreende que a saúde envolve apenas oferecer o benefício do plano de saúde. “A qualidade de vida no trabalho envolve várias facetas e, sem dúvida, influencia o bem-estar subjetivo dos trabalhadores”, explica.


Ogata defende que fatores externos fazem a diferença na qualidade de vida. Um ambiente de trabalho descontraído, com canais de comunicação abertos, que facilitam o engajamento, pode ser a chave para uma empresa mais saudável.


Conforme a pesquisa apontou, os gestores das empresas acreditam que deve haver um foco especial para a promoção de ambientes de trabalho saudáveis, com a melhoria do clima organizacional.


Mas segundo Ogata, certamente esse objetivo não é atingido somente com ações pontuais ou de caráter motivacional, como festas, eventos comemorativos, palestras ou treinamentos, e sim por meio de ações efetivas que facilitem a participação dos trabalhadores.


Dados da Global Wellness Report expõem o equilíbrio ideal para um bom profissional. Um balanço entre carreira, saúde e riqueza é a solução para a qualidade de vida.


Ogata conclui que um profissional saudável é a melhor opção para empresa, e que as pessoas que não têm estilo de vida saudável tendem a produzir menos na empresa. “Profissionais com baixa energia, exaustos, fumantes, obesos e doentes faltam mais ao trabalho, custam mais ao sistema de saúde e são menos eficientes”, afirma.

 

Fonte: Profissional e Negócios

http://www.profissionalenegocios.com.br/materias/materia.asp?cod_materia=967


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