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Crise na economia x capital humano nas empresas: como gerir?

 

 

 

 

Pensar capital humano apenas no curto prazo para reduzir custos nas corporações - com diminuição de investimentos em treinamento, promoções, benefícios e remuneração de colaboradores - é a maior armadilha para enfrentar o longo prazo, de acordo com o administrador Idalberto Chiavenato, referência brasileira em recursos humanos: “Muitas vezes, a redução no efetivo é tão forte que, quando a situação melhora, a recuperação da empresa é afetada intensamente, por não dispor das competências suficientes para um novo voo”.

 

Especialista no estudo das pessoas como diferencial competitivo nos negócios, Chiavenato diz que e o tema é o maior desafio no mercado. Prova disso é o lançamento da 10ª edição do seu best-seller Recursos Humanos: o capital humano das organizações (Elsevier). O livro foi totalmente reformulado e tem material interativo online no site da editora (www.elsevier.com.br), que pode ser usado por professores em sala de aula para enriquecer as discussões, facilitando a apreensão do conteúdo.

 

Um dos destaques da obra é a ampliação da abordagem sobre avaliação do desempenho, assunto que ganhou nova dimensão nos últimos anos e merece mais atenção das empresas que querem não só aumentar a produtividade, mas estimular a criatividade e a inovação - ingredientes fundamentais para ser competitivo.

 

Também estão mais robustos os capítulos sobre qualidade de vida no trabalho e relações com colaboradores; gestão do conhecimento corporativo e sua influência nas competências organizacionais; e gestão da informação como base do processo decisório e da gestão do conhecimento.

 

No livro, o autor aborda a mobilidade das novas gerações versus retenção de talentos, que exige do marketing interno a criação de “cognições de valência” - pesquisa sobre o que as pessoas desejam e busca de meios para satisfazê-las, na medida do possível. Também dá mais ênfase ao papel dos stakeholders, aos novos aportes para criação e agregação de valor e de excelência, às competências e ao envolvimento participativo de gestores e equipes no processo seletivo.

 

Para Chiavenato, gestores inteligentes que saibam definir o papel das organizações privadas ou públicas, industriais ou prestadoras de serviços, lucrativas ou não, grandes ou pequenas é o primeiro passo para que o capital humano seja melhor cuidado, hoje e sempre.

 

Fonte: CFA – Conselho Federal de Administração 

http://www.cfa.org.br/servicos/news/cfanews/crise-na-economia-x-capital-humano-nas-empresas-como-gerir


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